“Britney” de maçã

8 jan

O que era para ser um chutney foi apelidado de “britney” do Gledson (Ciclorgânico), mas o resultado final foi positivo, apesar da mão pesada no gengibre.

A receita não é correta, pois foi feita durante a viagem no melhor estilo, pega isso, pega aquilo, mistura e vamos ver o que sai.

Foi mais ou menos assim:
6 maçãs
500ml de suco de laranja
1 cebola
1 dente de alho
Curry e gengibre a gosto

Piquei a cebola e refoguei com o alho e gengibre ralado, acrescentei o suco de laranja, as maçãs picadas, o curry e deixei no fogo até reduzir metade do suco de laranja.

Basicamente isso!

Queijo Vegano do Fábio

8 jan

Queijo Vegano

Ingredientes:

– 1 xícara de polvilho doce
– 1 xícara de polvilho azedo
– 2 colheres de sopa de purê de mandioquinha
– 2 xícaras de água
– 6 colheres (de sopa) de azeite de oliva ou óleo
– sal à gosto (+/- 1 colher de sopa)

Preparo:

Bater no liquidificador ou processador a mistura de água com os polvilhos, o sal, o azeite e a mandioquinha. Esprema um pouco de meio limão. Passar a mistura (que fica bem líquida mesmo) para uma panela antiaderente e, no fogo alto, ficar mexendo até que forme uma massa dura e se desprenda totalmente da panela (não pode parar de mexer (demora uns 3 minutos até que endureça)Depois disso retire essa massa, dê a forma que quiser e retorne ao fogo baixo pra dourar os lados. Deixar 1 dia na geladeira antes de consumir.
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Trilha sonora

8 jan

e piada interna! ;o)

Ellen, em La Paz

8 jan

Leia abaixo, a inspiradora mensagem da Ellen.

Olá CicloVeguers!!!
Como estao todas e todos? Espero que bem, que estejam com muitas forcas para chegar aqui em La Paz!
Chegamos (eu e o Federico) em La Paz hoje (07-12) de manhazinha, e o clima está lindo; saimos a caminhar de camiseta hehe, isso me alegra muito porque pensei que ia estar muito mais frio! Ainda estou cansada, mas Henry e Clu nos receberam muito bem na casa deles, almocamos, dormimos um pouco e nao paramos mais de falar do Encontro. Amanha cedinho vamos ir conhecer e pagar o sítio que foi alugado para o Encontro.
Conto a voces, que fiquem tranquilos, essa semana já teremos todos os dados do que precisarao, os enderecos, etc.
Escrevi um relato que ficou meio grande, mas tem alguns dados que talvez seja interessante que leiam – clique aqui
Concluí que é sim bastante importante saber o básico de español, já que esqueca a comunicacao em outro idioma, que nao seja o español ou o aymará. Hoje o taxista nao entendia o que o Federico falava, por causa do sotaque argentina, imaginem…
Outra coisa; pode ser que também nao tenham mais passagem de trem. Peguem o ônibus mesmo. Mas averiguem bem qual ônibus é, para nao passarem mal na viagem (mal no sentido de incômodo). Averiguem quanto estará o cambio, antes de cambiarem na primeira casa de cambio que encontrem. Nao se usa real na Bolivia.
E se puderem, comprem comidinhas, porque nas paradas que o ônibus fizer, com sorte conseguirao arroz com batata, se conseguirem pedir em español, e explicar que nao querem carne hehehe

Bom chicos, espero que continue tudo bem, vamos nos falando, agora que estou aqui, fica mais fácil para tirar as dúvidas e etc.

muitas beijocas,
ellen

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Incertezas

7 jan

Após dormirem no vestiário da UNESP e quase terem suas coisas roubadas pelos macacos prego que la habitam, a dupla Rafael e Marcel seguiu viagem rumo a Andradina. Logo que passaram por lá, Marcel foi agraciado com dois raios quebrados que tiveram de ser trocados.

Retornaram a cidade, repararam a bicicleta e seguiram para um posto próximo onde passaram a noite e comeram inhame empanado com farinha de quinoa. Arroz integral, lentilha e salada de tomate.

Ainda no posto, informaram-se sobre o resto do caminho que os aguarda e descobriram que terão de pedalar aproximadamente 100Km de um ponto de apoio ao próximo.

Tendo isto em vista, a dupla começou a estudar novas possibilidades para percorrer este trajeto, ou não percorre-lo.

NEste trecho percorido nos ultimos dois dias, não tiveram notícias do toni. Já os (retificando) dois cicloturistas que juntaram-se a dupla, já seguiram caminhos distintos.

Bauru e Divisa de Estados.

5 jan

Dia 11
Após dormirem bastante o trio, Raquel, Diego e Gledson, foram ao ortopedista para ver o que havia de errado com o joelho do Diego, levados pela Mãe dele que por um acaso estava de passagem por Bauru.

O Médico, Dr. Alberto Sala Franco, que também também é ciclista e faz trilhas com um grupo pela região, constatou uma inflamação nos tendões causada por falta de cuidados durante a viagem: Falta de aquecimento, alongamento e desaceleração. Receitou uma injeção para a inflamação, avisou sobre o perigo que os anti-inflamatórios apresentam para os rins (o Diego estava se auto medicando mesmo, que coisa feia e perigosa) e passou uma bela lição de casa: ler os artigos do site http://ortoclinicabauru.com.br onde ele explica sobre ergonomia para o ciclismo. Leitura recomendada a todos os ciclistas.

Este é o fim da viagem de bicicleta para o Diego e a Raquel, que devem passar uns dias em Bauru, e para o Gledson que retornará ao Rio de Janeiro pela manhã.

Enquanto isso, Rafael e Marcel encontraram outro ciclista do Cicloveg e agora o trio já está próximo a divisa dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Força Pessoal!

Sem notícias de Toni que não carrega consigo um celular.

Pra trás e pra frente

4 jan

Pela manhã Rafael e Marcel seguiram em seu ritmo para tentar chegar á Bolívia sem precisarem tomar algum outro tipo de condução.

Gledson, decidiu ir para o Rio de Janeiro visitar sua mãe e aproveitar o resto de suas férias enquanto que Diego e Raquel decidiram voltar à casa da vovó em Bauru (120km) para ir ao médico e ver se continuarão a viagem, de carona ou se retornarão a São Paulo.

Passaram a manhã toda no posto onde cozinharam um delicioso macarrão ao molho de cebola, alecrim e azeitonas enquanto aguardavam uma abençoada carona para onde fosse…

Aproximadamente as 13h30 conseguiram uma carona com o Sr. Leandro que precisava descarregar perfis de aço em uma usina antes de seguir para Bauru.

Aguardaram por 2 horas no estacionamento da usina de açúcar e alcool, respirando aquele horrível cheiro antes de poderem seguir viagem. Deposi deste evento, perderam 90% da vontade de comer açucar outra vez.

Em menos de 2 horas chegaram a Bauru, de caminhão realizaram o trajeto que levou dois dias de bicicleta.

Pela noite, Rafael e Marcel chegaram a Araçatuba onde logo conseguiram abrigo em uma universidade.