Arquivo | Uncategorized RSS feed for this section

Docinhos de ano novo

12 jan

Puxa-Puxa de Chocolate da Raquel (Batizado pelo Marcel)

1 Xícara de farinha de aveia
2 Xícaras de açúcar mascavo ou 1 xícara de açúcar cristal ou demerara.
4 Col. de sopa de Chocolate em pó. (ou 2 de cacau)
1 Xícara de água.

Misture os ingredientes secos e depois a água. Leve ao fogo baixo em panela de alumínio, mexe bem para fique cremoso.

Acrescente o xerem e o coco ralado nele.

Coloque-o na geladeira. Fica gostoso. rs

Bolotas de Banana (do Diego)

2 Bananas nanica maduras
um punhado de uva passa (ou dois)
~200g de côco Ralado
~200g de Xerem (castanha de caju moída) ou amendoim moído.

Amasse as bananas, Misture tudo e vá acrescentando o xerem e o coco ralado até obter uma massa que dê para fazer bolinhas.

Em outro recipiente, misture um pouco de xerem e coco e ralado e empane as bolotas. Pronto!

Guarde na geladeira ou sirva ao natural.

Anúncios

Incertezas

7 jan

Após dormirem no vestiário da UNESP e quase terem suas coisas roubadas pelos macacos prego que la habitam, a dupla Rafael e Marcel seguiu viagem rumo a Andradina. Logo que passaram por lá, Marcel foi agraciado com dois raios quebrados que tiveram de ser trocados.

Retornaram a cidade, repararam a bicicleta e seguiram para um posto próximo onde passaram a noite e comeram inhame empanado com farinha de quinoa. Arroz integral, lentilha e salada de tomate.

Ainda no posto, informaram-se sobre o resto do caminho que os aguarda e descobriram que terão de pedalar aproximadamente 100Km de um ponto de apoio ao próximo.

Tendo isto em vista, a dupla começou a estudar novas possibilidades para percorrer este trajeto, ou não percorre-lo.

NEste trecho percorido nos ultimos dois dias, não tiveram notícias do toni. Já os (retificando) dois cicloturistas que juntaram-se a dupla, já seguiram caminhos distintos.

Bauru e Divisa de Estados.

5 jan

Dia 11
Após dormirem bastante o trio, Raquel, Diego e Gledson, foram ao ortopedista para ver o que havia de errado com o joelho do Diego, levados pela Mãe dele que por um acaso estava de passagem por Bauru.

O Médico, Dr. Alberto Sala Franco, que também também é ciclista e faz trilhas com um grupo pela região, constatou uma inflamação nos tendões causada por falta de cuidados durante a viagem: Falta de aquecimento, alongamento e desaceleração. Receitou uma injeção para a inflamação, avisou sobre o perigo que os anti-inflamatórios apresentam para os rins (o Diego estava se auto medicando mesmo, que coisa feia e perigosa) e passou uma bela lição de casa: ler os artigos do site http://ortoclinicabauru.com.br onde ele explica sobre ergonomia para o ciclismo. Leitura recomendada a todos os ciclistas.

Este é o fim da viagem de bicicleta para o Diego e a Raquel, que devem passar uns dias em Bauru, e para o Gledson que retornará ao Rio de Janeiro pela manhã.

Enquanto isso, Rafael e Marcel encontraram outro ciclista do Cicloveg e agora o trio já está próximo a divisa dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Força Pessoal!

Sem notícias de Toni que não carrega consigo um celular.

Pra trás e pra frente

4 jan

Pela manhã Rafael e Marcel seguiram em seu ritmo para tentar chegar á Bolívia sem precisarem tomar algum outro tipo de condução.

Gledson, decidiu ir para o Rio de Janeiro visitar sua mãe e aproveitar o resto de suas férias enquanto que Diego e Raquel decidiram voltar à casa da vovó em Bauru (120km) para ir ao médico e ver se continuarão a viagem, de carona ou se retornarão a São Paulo.

Passaram a manhã toda no posto onde cozinharam um delicioso macarrão ao molho de cebola, alecrim e azeitonas enquanto aguardavam uma abençoada carona para onde fosse…

Aproximadamente as 13h30 conseguiram uma carona com o Sr. Leandro que precisava descarregar perfis de aço em uma usina antes de seguir para Bauru.

Aguardaram por 2 horas no estacionamento da usina de açúcar e alcool, respirando aquele horrível cheiro antes de poderem seguir viagem. Deposi deste evento, perderam 90% da vontade de comer açucar outra vez.

Em menos de 2 horas chegaram a Bauru, de caminhão realizaram o trajeto que levou dois dias de bicicleta.

Pela noite, Rafael e Marcel chegaram a Araçatuba onde logo conseguiram abrigo em uma universidade.

Lins e um pouco além…

3 jan

Pela manhã, mesmo com chuva, Toni partiu em missão solo, com seu ritmo forte, para chegar a Bolívia dentro da data prevista. O resto do grupo esperou a chuva passar e foi almoçar no Tempero Maneiro, um restaurante extremamente barato e gostoso. O tempo logo melhorou e quando o sol começou a baixar, voltaram à estrada.

Muita subida pela frente e o Diego que já estava dolorido, começou a enferrujar, não conseguindo pedalar muito além.
Acamparam em um posto semi-desativado e um tanto quanto sinistro. A janta foi arroz branco com erva-doce, refogado de batata, abobrinha e cebola ao curry, além de salada de alface, tomate e melancia.

9º Dia: Pirajuí a Lins-SP

Pirajuí a Lins

2 jan

Pedalamos com uma garoa chata pela manhã e chegamos a Lins após percorrermos 52Km. Alguns estavam exaustos por conta do terreno cheio de subidas.
Paramos no único mercado aberto no domingo para abastecer nossas provisões e almoçar. (ou sermos assaltados no preço da comida). Logo a garoa virou chuva forte e ficamos abrigados no mercado.

Aproveitamos o local para fazer uma reunião, conversamos sobre o ritmo e os objetivos de cada um, chegamos a conclusão que não seria possível chegarmos a bolívia no ritmo atual. Decidimos então pela separação do grupo para que quem estivesse com mais pique, fosse a frente e chegasse a Bolívia e ao encontro dentro da data prevista, carregando a bandeira do Cicloveg. Os demais, cada qual em seu ritmo tentariam fazer o mesmo porém utilizando algum outro tipo de transporte além da bicicleta.

Com toda a chuva que não parava, decidimos por pernoitar em um hotel próximo ao mercado.

8º dia: Pirajuí-SP a Lins-SP

Bauru a Pirajuí

1 jan

Partimos de Bauru rumo a Lins, mas no meio do caminho, mais um pneu furado. Paramos em mais um Serviço de Atendimento ao Usuário e enquanto arrumavamos o pneu, Toni aproveitou para fazer uma inalação por conta de sua asma que estava dando sinais… Acabou indo para a Santa Casa de Pirajuí. Enquanto isto o resto do grupo tratou de encontrar um sitio para acampar nas proximidades do SAU. Quando Toni voltou, seguimos para o sítio onde montamos acampamento e comemos sopa de lentilha com o resto do arroz que sobrou do almoço.

Ah é.. Logo que saímos de Bauru encontramos o Sr. Nelson. Um cara que vive de artesanato de latinhas e pedala por todo o brasil carregando sacos e mais sacos de latas sobre sua bicicleta. Coutou-nos que há poucos dias um sujeito havia roubado suas ferramentas de trabalho e mais R$30,00… Já é triste ver alguém ser roubado e mais triste ainda ver quem tem tão pouco ficar sem seu ganha pão.

7º dia: Bauru-SP a Pirajuí-SP