World Bike Tour 2011

27 jan

Vejam as fotos:
Para seu conhecimento: http://www.worldbiketour.net/

Resumo: Vamos em Sinais + Cicloveg

17 jan

Durante nossa participação no Cicloveg, do dia 26 de Dezembro ao dia 3 de Janeiro, aproveitamos a viagem de bicicleta para o Encontro de Libertação Animal, em La Paz – Bolívia, com o grupo de vegetarianos/veganos para ensinar um pouco de LIBRAS ao pessoal ouvinte e o resultado foi muito positivo.

A Viagem

Saímos de São Paulo com um grupo de 9 pessoas mas logo no primeiro dia, um rapaz (Fábio) machucou o joelho e voltou a São Paulo. Três dias depois, mais um casal (Tiago e Isa) deixou o grupo para seguir por outro caminho e sobraram apenas 6 no grupo.

Após 500km pedalados, foi a vez do Diego desistir por causa de uma inflamação nos tendões por causa do excesso de peso na bicicleta e do pedal muito forte. Com isso a Raquel e mais um participante (Gledson) desistiram e alguns dias depois mais dois rapazes (Marcel e Rafael) desistiram, após chegarem ao estado de Mato Grosso do Sul, por causa dos muitos problemas com as bicicletas.

Com isso, somento um dos pedalantes (Toni)  seguiu a viagem até Santa Cruz – Bolívia, de onde decidiu, por inúmeras razões, retornar à São Paulo.

Sinais

No terceiro dia de viagem, paramos para descansar em Botucatu onde cada pessoa ganhou um sinal e aprendeu sobre o alfabeto. Ao final de nossa participação durante os 10 dias, Gledson, Marcel e Rafael  haviam aprendido muitos sinais e já conseguiam fazer uma comunicação básica em LIBRAS com a Raquel sem problemas. Pois eles queriam aprender LIBRAS sem oralismo. Por isso, a Raquel não parou de falar. risos

Um dia o Rafael estava longe e precisou chamar o Marcel para ver algo. Ele usou o sinal sem gritar e o Marcel soube que era com ele. Foi emocionante ver os ouvintes se comunicando com Sinais.

Conclusão

A Viagem foi muito boa mas infelizmente tivemos que parar por causa da saúde. A experiência de ensinar a LIBRAS ao grupo foi maravilhosa e todos foram muito atenciosos e interessados.

Esperamos manter contato com todos do grupo para ensinar mais LIBRAS e que eles também busquem aprender mais. É isso aí, vamos em sinais!

Raquel e Diego

Vídeos:

1º dia: pedalada Cicloveg

1º Dia: SP a Sorocaba-SP

1º Dia: Almoço e cozinha

3º dia: Seus nomes e seus sinais em LIBRAS

Docinhos de ano novo

12 jan

Puxa-Puxa de Chocolate da Raquel (Batizado pelo Marcel)

1 Xícara de farinha de aveia
2 Xícaras de açúcar mascavo ou 1 xícara de açúcar cristal ou demerara.
4 Col. de sopa de Chocolate em pó. (ou 2 de cacau)
1 Xícara de água.

Misture os ingredientes secos e depois a água. Leve ao fogo baixo em panela de alumínio, mexe bem para fique cremoso.

Acrescente o xerem e o coco ralado nele.

Coloque-o na geladeira. Fica gostoso. rs

Bolotas de Banana (do Diego)

2 Bananas nanica maduras
um punhado de uva passa (ou dois)
~200g de côco Ralado
~200g de Xerem (castanha de caju moída) ou amendoim moído.

Amasse as bananas, Misture tudo e vá acrescentando o xerem e o coco ralado até obter uma massa que dê para fazer bolinhas.

Em outro recipiente, misture um pouco de xerem e coco e ralado e empane as bolotas. Pronto!

Guarde na geladeira ou sirva ao natural.

Pão de cerveja

12 jan

Aproveitando as férias na casa da vovó Diego e Raquel aproveitam para treinar os dotes culinários:

Para fazer o pão de cerveja é muito simples!

Ingredientes:

1 lata de cerveja
1/2 Kg de Farinha de trigo
1 colher de chá de sal
1 colher de sobremesa de açucar orgânico
5g de fermento biológico seco instantâneo

Preparo:

Misture todos os ingredientes secos em uma tijela ou bacia grande.
Em uma panela aqueça a cerveja á uma temperatura que não queime o dedo.

misture a cerveja a massa até que fique homogênea. não precisa misturar muito nem ficar sovando a massa. Deixe descansar por 4 horas tampada com um pano.

Com ajuda de um pouco de farinha nas mãos, desgrude a massa da bacia e dobrea algumas vezes sem amassar muito. Pode passar um pouco mais de farinha por fora da massa.

Deixe descansar por mais umas 4 horas. Repita o processo de dobragem e leve a massa no forno alto, se possével, coberta por 30 minutos. Retire a tampa e deixe por mais uns 20 minutos ou até que ela esteja corada. (aqui levou un s 40 minutos a mais.)

A idéia de usar a cerveja veio da minha cabeça mas o processo com a massa pode ser visto neste vídeo: http://video.nytimes.com/video/2006/11/07/dining/1194817104184/no-knead-bread.html

Segue o Pedalante

12 jan

Toni segue viagem rumo a bolívia após descansar em Campo Grande -MS. A esta altura já deve estar próximo a Corumbá.

Marcel e Rafael tomaram um ônibus e já voltaram para São Paulo.

Novo vídeo postado do 3º dia de viagem

Sem mais.

Pão caseiro com sementes de girassol, azeitonas, alecrim e sal grosso

10 jan

1kg de farinha de trigo
1 pct de fermento biológico em pó
Restante a gosto.

Misture a farinha e o fermento. Acrescente água morna aos poucos. Vá sovando a massa.

N coloque muita água. Apenas o suficiente p misturar tudo e n colar na mão. Sove bem. Muito bem!!!!

Deixe descansar até dobrar o tamanho.

Acrescente o restante dos ingredientes. Sove novamente.

Coloque na fôrma e dê a forma q quiser. Deixe descansar novamente e dobrar o tamanho

Coloque em forno baixo até dourar.

Depois de pronto, faça um café quentinho, coloque um azeite no pão e uma boa prosa completam a receita.

Quase lá e quase cá…

10 jan

Recebemos notícias de que o Toni chegou bem a Campo Grande onde descansou na casa de sua irmã depois um muito pedal. Em breve, deve seguir para completar o restante da missão.

Já Marcel e Rafael não conseguiram desenvolver um bom pedal devido a problemas técnicos. Chegando a Três Lagoas, mais raios quebrados e nenhuma das sete bicicletarias da cidade tinha raios finos, compatíveis com a roda do Marcel.

Pensaram em seguir viagem de carona á Campo Grande onde arrumariam a bicicleta para continuar pedalando á Corumbá, mas devido ás informações sobre as condições da pista sem acostamento e falta de ponto de apoio entre estes pontos, com o agravante da constante necessidade de manutenção de uma das bicicletas, decidiram por não seguirem mais adiante com o projeto e retornarão á São Paulo em Breve.

“Britney” de maçã

8 jan

O que era para ser um chutney foi apelidado de “britney” do Gledson (Ciclorgânico), mas o resultado final foi positivo, apesar da mão pesada no gengibre.

A receita não é correta, pois foi feita durante a viagem no melhor estilo, pega isso, pega aquilo, mistura e vamos ver o que sai.

Foi mais ou menos assim:
6 maçãs
500ml de suco de laranja
1 cebola
1 dente de alho
Curry e gengibre a gosto

Piquei a cebola e refoguei com o alho e gengibre ralado, acrescentei o suco de laranja, as maçãs picadas, o curry e deixei no fogo até reduzir metade do suco de laranja.

Basicamente isso!

Queijo Vegano do Fábio

8 jan

Queijo Vegano

Ingredientes:

– 1 xícara de polvilho doce
– 1 xícara de polvilho azedo
– 2 colheres de sopa de purê de mandioquinha
– 2 xícaras de água
– 6 colheres (de sopa) de azeite de oliva ou óleo
– sal à gosto (+/- 1 colher de sopa)

Preparo:

Bater no liquidificador ou processador a mistura de água com os polvilhos, o sal, o azeite e a mandioquinha. Esprema um pouco de meio limão. Passar a mistura (que fica bem líquida mesmo) para uma panela antiaderente e, no fogo alto, ficar mexendo até que forme uma massa dura e se desprenda totalmente da panela (não pode parar de mexer (demora uns 3 minutos até que endureça)Depois disso retire essa massa, dê a forma que quiser e retorne ao fogo baixo pra dourar os lados. Deixar 1 dia na geladeira antes de consumir.
.-.-.-.-.-

Trilha sonora

8 jan

e piada interna! ;o)

Ellen, em La Paz

8 jan

Leia abaixo, a inspiradora mensagem da Ellen.

Olá CicloVeguers!!!
Como estao todas e todos? Espero que bem, que estejam com muitas forcas para chegar aqui em La Paz!
Chegamos (eu e o Federico) em La Paz hoje (07-12) de manhazinha, e o clima está lindo; saimos a caminhar de camiseta hehe, isso me alegra muito porque pensei que ia estar muito mais frio! Ainda estou cansada, mas Henry e Clu nos receberam muito bem na casa deles, almocamos, dormimos um pouco e nao paramos mais de falar do Encontro. Amanha cedinho vamos ir conhecer e pagar o sítio que foi alugado para o Encontro.
Conto a voces, que fiquem tranquilos, essa semana já teremos todos os dados do que precisarao, os enderecos, etc.
Escrevi um relato que ficou meio grande, mas tem alguns dados que talvez seja interessante que leiam – clique aqui
Concluí que é sim bastante importante saber o básico de español, já que esqueca a comunicacao em outro idioma, que nao seja o español ou o aymará. Hoje o taxista nao entendia o que o Federico falava, por causa do sotaque argentina, imaginem…
Outra coisa; pode ser que também nao tenham mais passagem de trem. Peguem o ônibus mesmo. Mas averiguem bem qual ônibus é, para nao passarem mal na viagem (mal no sentido de incômodo). Averiguem quanto estará o cambio, antes de cambiarem na primeira casa de cambio que encontrem. Nao se usa real na Bolivia.
E se puderem, comprem comidinhas, porque nas paradas que o ônibus fizer, com sorte conseguirao arroz com batata, se conseguirem pedir em español, e explicar que nao querem carne hehehe

Bom chicos, espero que continue tudo bem, vamos nos falando, agora que estou aqui, fica mais fácil para tirar as dúvidas e etc.

muitas beijocas,
ellen

…………………..

Incertezas

7 jan

Após dormirem no vestiário da UNESP e quase terem suas coisas roubadas pelos macacos prego que la habitam, a dupla Rafael e Marcel seguiu viagem rumo a Andradina. Logo que passaram por lá, Marcel foi agraciado com dois raios quebrados que tiveram de ser trocados.

Retornaram a cidade, repararam a bicicleta e seguiram para um posto próximo onde passaram a noite e comeram inhame empanado com farinha de quinoa. Arroz integral, lentilha e salada de tomate.

Ainda no posto, informaram-se sobre o resto do caminho que os aguarda e descobriram que terão de pedalar aproximadamente 100Km de um ponto de apoio ao próximo.

Tendo isto em vista, a dupla começou a estudar novas possibilidades para percorrer este trajeto, ou não percorre-lo.

NEste trecho percorido nos ultimos dois dias, não tiveram notícias do toni. Já os (retificando) dois cicloturistas que juntaram-se a dupla, já seguiram caminhos distintos.

Bauru e Divisa de Estados.

5 jan

Dia 11
Após dormirem bastante o trio, Raquel, Diego e Gledson, foram ao ortopedista para ver o que havia de errado com o joelho do Diego, levados pela Mãe dele que por um acaso estava de passagem por Bauru.

O Médico, Dr. Alberto Sala Franco, que também também é ciclista e faz trilhas com um grupo pela região, constatou uma inflamação nos tendões causada por falta de cuidados durante a viagem: Falta de aquecimento, alongamento e desaceleração. Receitou uma injeção para a inflamação, avisou sobre o perigo que os anti-inflamatórios apresentam para os rins (o Diego estava se auto medicando mesmo, que coisa feia e perigosa) e passou uma bela lição de casa: ler os artigos do site http://ortoclinicabauru.com.br onde ele explica sobre ergonomia para o ciclismo. Leitura recomendada a todos os ciclistas.

Este é o fim da viagem de bicicleta para o Diego e a Raquel, que devem passar uns dias em Bauru, e para o Gledson que retornará ao Rio de Janeiro pela manhã.

Enquanto isso, Rafael e Marcel encontraram outro ciclista do Cicloveg e agora o trio já está próximo a divisa dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Força Pessoal!

Sem notícias de Toni que não carrega consigo um celular.

Pra trás e pra frente

4 jan

Pela manhã Rafael e Marcel seguiram em seu ritmo para tentar chegar á Bolívia sem precisarem tomar algum outro tipo de condução.

Gledson, decidiu ir para o Rio de Janeiro visitar sua mãe e aproveitar o resto de suas férias enquanto que Diego e Raquel decidiram voltar à casa da vovó em Bauru (120km) para ir ao médico e ver se continuarão a viagem, de carona ou se retornarão a São Paulo.

Passaram a manhã toda no posto onde cozinharam um delicioso macarrão ao molho de cebola, alecrim e azeitonas enquanto aguardavam uma abençoada carona para onde fosse…

Aproximadamente as 13h30 conseguiram uma carona com o Sr. Leandro que precisava descarregar perfis de aço em uma usina antes de seguir para Bauru.

Aguardaram por 2 horas no estacionamento da usina de açúcar e alcool, respirando aquele horrível cheiro antes de poderem seguir viagem. Deposi deste evento, perderam 90% da vontade de comer açucar outra vez.

Em menos de 2 horas chegaram a Bauru, de caminhão realizaram o trajeto que levou dois dias de bicicleta.

Pela noite, Rafael e Marcel chegaram a Araçatuba onde logo conseguiram abrigo em uma universidade.

Lins e um pouco além…

3 jan

Pela manhã, mesmo com chuva, Toni partiu em missão solo, com seu ritmo forte, para chegar a Bolívia dentro da data prevista. O resto do grupo esperou a chuva passar e foi almoçar no Tempero Maneiro, um restaurante extremamente barato e gostoso. O tempo logo melhorou e quando o sol começou a baixar, voltaram à estrada.

Muita subida pela frente e o Diego que já estava dolorido, começou a enferrujar, não conseguindo pedalar muito além.
Acamparam em um posto semi-desativado e um tanto quanto sinistro. A janta foi arroz branco com erva-doce, refogado de batata, abobrinha e cebola ao curry, além de salada de alface, tomate e melancia.

9º Dia: Pirajuí a Lins-SP

8º Dia: Pirajuí-SP/Feliz 2011

3 jan

Pirajuí a Lins

2 jan

Pedalamos com uma garoa chata pela manhã e chegamos a Lins após percorrermos 52Km. Alguns estavam exaustos por conta do terreno cheio de subidas.
Paramos no único mercado aberto no domingo para abastecer nossas provisões e almoçar. (ou sermos assaltados no preço da comida). Logo a garoa virou chuva forte e ficamos abrigados no mercado.

Aproveitamos o local para fazer uma reunião, conversamos sobre o ritmo e os objetivos de cada um, chegamos a conclusão que não seria possível chegarmos a bolívia no ritmo atual. Decidimos então pela separação do grupo para que quem estivesse com mais pique, fosse a frente e chegasse a Bolívia e ao encontro dentro da data prevista, carregando a bandeira do Cicloveg. Os demais, cada qual em seu ritmo tentariam fazer o mesmo porém utilizando algum outro tipo de transporte além da bicicleta.

Com toda a chuva que não parava, decidimos por pernoitar em um hotel próximo ao mercado.

8º dia: Pirajuí-SP a Lins-SP

Bauru a Pirajuí

1 jan

Partimos de Bauru rumo a Lins, mas no meio do caminho, mais um pneu furado. Paramos em mais um Serviço de Atendimento ao Usuário e enquanto arrumavamos o pneu, Toni aproveitou para fazer uma inalação por conta de sua asma que estava dando sinais… Acabou indo para a Santa Casa de Pirajuí. Enquanto isto o resto do grupo tratou de encontrar um sitio para acampar nas proximidades do SAU. Quando Toni voltou, seguimos para o sítio onde montamos acampamento e comemos sopa de lentilha com o resto do arroz que sobrou do almoço.

Ah é.. Logo que saímos de Bauru encontramos o Sr. Nelson. Um cara que vive de artesanato de latinhas e pedala por todo o brasil carregando sacos e mais sacos de latas sobre sua bicicleta. Coutou-nos que há poucos dias um sujeito havia roubado suas ferramentas de trabalho e mais R$30,00… Já é triste ver alguém ser roubado e mais triste ainda ver quem tem tão pouco ficar sem seu ganha pão.

7º dia: Bauru-SP a Pirajuí-SP

Bauru

31 dez

Decidimos ficar em Bauru por um dia para recuperar as energias. Eu (Diego) estava com dores nos ligamentos do joelho e fiquei feliz pelo descanso.

Comemos bastante, arrumamos e limpamos as bicicletas e preparamos uma pequena festinha de ano novo. Jantamos e fomos dormir assim que começou o novo ano.

6º dia: Bauru-SP – Feliz 2011

3º dia: Nomes e Sinais em LIBRAS

30 dez

Botucatu a Bauru

30 dez

Com o grupo descansado do dia anterior, partimos as 6:30. O Fernando, que haviamos conhecido no dia anterior, nos esperava em frente a república. A manhã estava fria e o sol ainda fraco permitiu um ritmo um pouco mais forte que o dos dias anteriores.

Na SP300, após uns 15km, um menino apareceu ao nosso lado perguntando para onde estávamos indo, ele disse que também iria para lá. Chamava-se Matheus e tinha apenas 16 anos. A nova geração do cicloturismo.

5º dia: Botucatu-SP a Bauru-SP

Novas fotos

29 dez

Vejam as fotos no álbum do Picasa:
http://picasaweb.google.com/cicloveg2011

Notícias em breve!

Abraços a todos!

Botucatu

29 dez

Como o grupo encontrava-se cansado, todos acordaram tarde e após algumas divagações sobre o horário de partida, optamos por tirar o dia de descanso aproveitando tudo o que a república tinha a nos oferecer, e assim lavamos as roupas, cozinhamos e descansamos um pouco mais.

O cardápio do dia foi um Gaspaccio, arroz integral com azeitonas, castanha-do-pará, quinoa e sementes de girassol, e de sobremesa banana com xerém, coco ralado e melado à base de milho. Para o lanche, tivemos um pão caseiro com tomate seco, azeitona e castanha-do-pará.

No final do dia, passeando pela cidade, comemos um açai e encomendamos para a janta umas pizzas veganas, num local que se prontificou a fazer a massa sem ovos. Durante este passeio, conhecemos o Fernando, que tocava violão na praça e durante a conversa, descobrimos que ele também é ciclista e vegetariano. Iria se unir ao grupo para nos acompanhar no dia seguinte até Bauru.

dist= 98,41 km

Fotos:

4º dia: Botucatu-SP

Torre de Pedra-SP a Botucatu-SP

28 dez

Saímos de Torre de Pedra as 7:30 e seguimos por uma estradinha de terra que além de muito bonita e tranquila, nos deixou 5km a frente do trevo onde entramos no dia anterior.
Paramos para almoçar no último posto antes do início da serra de Botucatu onde cozinhamos macarrão com molho de tomate e ervilha, além de nos divertimos aprendendo a Língua Brasileira de Sinais e aulas de flauta. O local era quase um oásis, pois ficamos num gramado sob as árvores, num estilo cycle hippie.

Toni e Thiago sairam 1h antes, pois queriam pegar logo a chave da república onde passaríamos a noite, enquanto o restante do grupo iniciou o pedal aproximadamente as 17:30.

A subida da Serra, sem dúvida, foi um martírio para todos. Parecia interminável, sendo necessária uma pausa no serviço de atedimento ao usuário, para que todos descansassem um pouco.

Chegamos na república as 22h. Devido ao cansaço coletivo e restrição de alimentos, compramos batata-frita, polenta, e aipim fritos, além de cozinharmos arroz integral. Como o Thiago e a Isa iriam para Rio Claro, fez-se uma despedida com direito a uma garrafa de vinho dividida para todo o grupo.

dP: 74km +-5%
dT: 255 +-5%

Fotos:
http://picasaweb.google.com/cicloveg2011/2DiaBoituvaSPRodoviariaETorreDePedraSP#

Mais fotos:
http://picasaweb.google.com/cicloveg2011/4DiaBotucatuSP#

3º Dia: aprendizagem e flauta

28 dez

Boituva-SP a Torre de Pedra-SP

27 dez

Acordamos as 5h da manhã porem entre organização de material, manutenção de bicicletas, café da manhã e acompanhar o Fabio até a rodoviária de Boituva, só voltamos a estrada as 11h da manhã.

Pedalamos até as proximidades de Cesario Lange, no km 143, quando paraos para almoçar um delicioso e mega ultra picante “Britney de maça” (tentativa de chutney do Gledson) acompanhando o tradicional Arroz com Lentilha. Paçocas na sobremesa.

Ao contrario do dia anterior, o Sol veio com tudo, acabando com nossa sombra e água fresca. Retornamos à estrada aproximadamente 17h e seguimos até Torre de Pedra.

Enquanto decidíamos se dormiríamos ou num posto de gasolina ou na praça, fomos abordados por um morador que conversou com um vereador que estava próximo e este conversou com o seu tio que prontamente nos recebeu cedendo o quintal para passarmos a noite e ainda nos fez um delicioso café.

dP: 71km +-5%
dT: 181km +-5%

Fotos: http://picasaweb.google.com/cicloveg2011/2DiaBoituvaSPRodoviariaETorreDePedraSP#

2º dia: Fabio na Rodoviária de Boituva-SP

27 dez

Primeiras notícias

26 dez

No dia 26 de Dezembro de 2010, as 06h20 da manhã, teve início o pedal do Cicloveg, saindo da ponte do Piqueri em São Paulo-SP rumo ao encuentro de liberacion animal, na Bolívia.

Nove pessoas participaram do primeiro dia de pedalada acompanhados por mais um colega ciclista, Rafael Rodo, que seguiu de fixa com o grupo por aproximadamente 40km antes de retornar a São Paulo levando consigo o bom tempo.

As 11h20, após pedalar por 55km, o grupo parou para almoçar, onde cozinharam em um posto de gasolina a beira da estrada, arroz com lentilha e tomate seco.

Descansaram um pouco e as 14h40 seguiram pedalando por mais 50km até Boituva onde dormiram no sítio do amigo de um dos participantes.

Durante o dia, um dos participantes começou a sentir dores no joelho e é uma dúvida se seguirá pedalando. Aproximadamente 60% do percurso do dia foi feito sob chuva e o fato marcante é que em toda parada há sempre um cachorro a espera e interagindo com o grupo.

Janta: petiscos diversos, castanhas, soja etc.

Estatísticas:
10 pessoas
5 camaras furadas
11h de pedal
2 tombos leves
1 joelho machucado
Gledson 1 dias sem Coca-cola.

dP: 110km +-5%
dT: 110km +-5%

Foto da galera

1º dia: pedalada Cicloveg

26 dez

Vídeo: 1º dia

26 dez